| Eu
Amo a Cruz
A
Bandeira Brasileira e o Hino Nacional
Brasileiro são símbolos da Pátria.
Símbolo é sinal, marca, representação
material ou verbal de realidades significativas. Respeitamos
os símbolos da Pátria, porque eles nos lembram
a Pátria amada.
O cristianismo também tem seus símbolos. O
batismo é um símbolo cristão. Lembra
a regeneração. A imersão e a emersão
das águas simbolizam respectivamente morte para o
mundo, e ressurreição para novidade de vida.
A ceia, outro símbolo cristão, recorda a morte
de Jesus Cristo, em nosso lugar e por nossos pecados. O
peixe era símbolo cristão usado pelos primitivos
cristãos como senha de identificação
mútua dos crentes, em tempos de perseguição.
As letras da palavra peixe são iniciais de termos
da frase Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador.
O mais conhecido e amado símbolo cristão é
a cruz. Nos tempos do Império Romano, a cruz era
instrumento de suplício, tortura, morte aviltante
e humilhante. Paulo registra a respeito de quem era crucificado:
“Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”
(Gálatas 3.13). Ainda assim nós amamos a cruz.
Com o poeta, cantamos: “Eu amo a mensagem da cruz.
Muita gente foi crucificada. Talvez alguns inocentes. Mas
naquela cruz do centro, no Calvário, na sexta feira
da Páscoa, está alguém diferente, especial,
especialíssimo. A pessoa mais importante já
vista neste mundo. Ele era homem, homem perfeito, Homem
com agá maiúsculo. Mais que isso. Era o Verbo
que era desde o princípio, estava com Deus, era Deus,
fez-se carne. Jesus pregado na cruz é Deus na cruz.
E que faz Deus na cruz?
Ele mostra seu amor. Deus amou o mundo, e deu seu Filho
para morrer na cruz, e assim quem crê não perece,
mas tem a vida eterna.
Ele paga os nossos pecados. Estes só poderiam ser
pagos na cruz ou no inferno. Jesus, o Deus eterno, pagou-os
na cruz, para que não precisemos pagá-los
no inferno.
Por isso, louvamos a Deus com a mensagem da cruz, cantando:
“Esta cruz tem pra mim, atrativos sem fim”,
porque lá está o próprio Deus pagando
nossos pecados. Jesus nos representa ali no madeiro.
Que diz Isaías a respeito da obra vicária,
substitutiva de Cristo?
“Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas
dores levou sobre si (v.4)...Ele foi ferido pelas nossas
transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades,
o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas
pisaduras fomos sarados (v.5)... O Senhor fez cair sobre
ele a iniqüidade de todos nós (v.6)...Ele justificará
a muitos, porque as iniqüidades deles levará
sobre si” (v. 11).
Nós amamos a cruz, ela nos atrai, nela está
a nossa salvação.
Se queremos ser salvos, ter vida nova aqui, e vida eterna
com Deus nos céus precisamos
Olhar para a cruz de Cristo,
Renunciar a tudo quanto dele nos afasta,
Crer no poder de sua morte,
Crer no poder de sua ressurreição,
Entregarmo-nos inteiramente a ele para que ele nos salve.
(Resumo
da mensagem pregada pelo Pastor Iomael Sant’Anna,
no culto da noite de 24 de outubro de 2004, na Primeira
Igreja Batista de Mesquita)
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Nossa
História
Esta
Primeira Igreja Batista de Mesquita, que vive para
servir a Jesus Cristo, tendo como objetivo maior
a glória de Deus, foi organizada em 22 de
março de l942, com 27 membros, vindos da
Primeira Igreja Batista de Nilópolis.
O culto de fundação aconteceu numa
pequena casa da Rua da Verdade, presidido pelo missionário
americano Paulo C. Porter, pastor da Igreja Batista
de Nilópolis, com a presença de 118
crentes, representanto 22 igrejas (13 do campo fluminense,
8 do carioca e 1 do paulista). Além do Presidente,
participaram do culto os pastores Ageu Neto, Alonzo
Bee Christie (o pregador), Antônio Bernardo
Júnior, Francisco Moreira, Joaquim Rosa,
José Basílio de Souza e Vital Rodrigues
Cabral, todos eles hoje promovidos à glória.
Também já não temos conosco
qualquer dos membros fundadores. As pessoas mais
antigas na Igreja atualmente são as irmãs
Palmira de Souza Fernandes e Florízia da
Conceição Moura, que chegaram aqui,
ainda em 1942, alguns meses após a organização.
Da Rua da Verdade, a Igreja mudou-se para a Rua
Alice, passando mais tarde para o atual endereço,
Rua Paraná. |
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| Veja
no site
www.abames.com.br/pibmesquita |
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